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Nome: Lelly Idade: segredo! EU sou: Curitibana, mãe de Amanda, namorada do Paulo, mae-outra de Anna Beatriz e Themis, designer, enfermeira, estudante forense, sonhadora, apaixonada, passional, romantica incuravel e lutadora com tantas pedras impostas no caminho. Coxa-branca, cheia de ternura, sensível, amiga, quieta, mas sai de baixo quando desando tagarelar... Viciada e coca-cola, pizza, sanduiches e picanha. Louca por massas, pipoca e séries de TV! Filmes me alimentam... e choro até em comercial de sabão em pó! Coisas que amo: muito seletiva nesse quesito!. Coisas que odeio: mentiras, promessas não cumpridas, julgamentos infundados e erroneos, sentir ciúme, sentir saudades intermináveis, insônia, pessoas chatas e insistentes, falsidade, inveja, catchup, verduras, Bob's, Odeio a falta que meu avô me faz... mas sei que ele está sempre comigo... e as minhas reflexões de vida todas esbarram no que eu acho que ele faria, falaria ou pensaria... Ele se foi há mais de 20 anos... mas ainda é toda a minha referência... Sobre a LellyBlogs de Amigos
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LINDINHA DA TITIA!
Pamela, Coxa-Branca de coração Pamela F. Franco da Costa, 17, ‘vestibulanda’ e curitibana é mais uma fiel torcedora do Coritiba a demonstrar seu amor pelo time do Alto da Glória indo aos jogos e vivenciando as coisas do Clube, sempre que sobra um tempo na atribulada vida de uma vestibulanda, que contou ao blog A Torcida que nunca abandona a emoção de torcer pelo Time d’Alma Guerreira, na ótica de uma mulher que adora o futebol. O amor pelo Coxa nasceu há gerações, conta Pamela. “Meu avô já ía ao campo com seu pai. Esse amor foi sendo herdado do meu bisavô, para meu avô, para meu pai, até que chegou a mim”, relembra a morena Coxa-Branca. “Desde muito pequena lembro de ir aos jogos levada por meu pai e por minha mãe. Fui me apaixonando ao ficar assistindo o show da torcida, sentindo o clima do estádio, mais de 30 mil pessoas com o mesmo objetivo, a mesma vontade, vibrando, gritando e reclamando das mesmas coisas, nas mesmas horas. Sincronizados. O gosto pelo futebol foi sendo alimentado assim como o amor e orgulho pelo Verdão”, explica a torcedora que leva o carinho pelo Coritiba como uma marca registrada. Os amigos e familiares sabem bem.
Pam, como é conhecida pelos amigos, é uma daquelas torcedoras de carteirinha, daquelas que faz questão de vestir a camisa oficial e ir aos jogos do time. “A queda para a Série B, onde com o resultado de outros jogos nós estávamos deixando a elite do futebol brasileiro e o Couto emocionado, cantou junto ‘Eu sou Coxa-Branca, com muito orgulho! Com muito amor!’ é algo que arrepia até hoje. Outro jogo inesquecível foi a volta a Série A, os pênaltis e a apreensão cobrindo a cidade inteira, antes do grito de alivio, de vitória, a volta ao topo, que é o nosso lugar”, conta a torcedora, destacando a emoção sentida durante a temporada de 2007, quando o Coritiba voltou à Primeira Divisão de uma forma emocionante, numa campanha guerreira e vitoriosa dentro de campo. Pamela é uma daquelas torcedoras formadoras de opinião, que tem conhecimento sobre o futebol e que gosta de um bom debate, inclusive com os temas polêmicos, aquela pimentinha no tempero da cultura do futebol. “Ano passado, após a vitória do Paranaense na Baixada, tentaram nos impedir de comemorar dentro de campo proibindo a entrada da taça. O que apenas favoreceu uma festa linda! Os meninos improvisaram e deram a volta olímpica seguindo para a entrega da taça no Couto, um Couto lotado, como em dias de jogos. Só festa. As ruas da cidade todas coloridas de verde e branco. Aquilo também ficará na memória”, diz a torcedora, contando um pouco do momento do título de 2008, comemorado no Alto da Glória perante milhares de coritibanos. Ela estava lá, claro.
A fiel coritibana faz questão de ressaltar a importância das mulheres na vida do time Coxa-Branca. Para Pamela, a ‘invasão’ feminina é algo muito importante para o Clube. “O futebol é uma das melhores coisas do mundo. É fascinante. E é de certa forma algo ainda novo para a maioria das mulheres. Apenas agora a gente está ‘invadindo’ em massa os campos do Brasil. O que eu acho muito bacana. Primeiro porque assim mostramos que também entendemos as regras e sabemos torcer e gritar o jogo todo, incentivando o Verdão. E depois porque querendo ou não, temos uma forma diferente de torcer. Mais feminina, embora não menos apaixonada. Acredito que isso embeleze muito os jogos”, ressalta a torcedora. O bom relacionamento entre homens e mulheres nos jogos do Verdão também é um ponto ressaltado pela estudante. Para Pamela, os jogos no Couto Pereira são momentos de descontração e diversão para a grande torcida feminina do Coritiba. “A torcida Coxa-Branca além de ser maravilhosa, promover shows únicos aqui no Paraná, respeita muito as torcedoras. Eu sempre fui muito bem tratada no estádio. E isso torna a presença feminina (e também a infantil, os futuros torcedores) cada vez mais presente. Foi-se o tempo em que futebol era só coisa de homem. Nós estamos aqui, loucamente apaixonadas pelo Coritiba”.
A torcedora coritibana também estava na festa que a torcida fez para receber o time contra o Internacional, pela Copa do Brasil. Pamela Franco mantém a emoção daquela festa - chamada “Green Hell” pela torcida alviverde - guardada na memória. “Quem ama esse time sabe tudo que passamos em cada jogo, o que sentimos ao entrar no Couto, a nossa segunda casa. Eu estava lá no jogo contra o Inter, e posso afirmar que a entrada dos jogadores em campo foi uma das coisas mais lindas que já presenciei no futebol. Frio, e nossos corações batiam fortes. Me arrepiei enquanto o estádio lotado, 35 mil pessoas acendiam as luzes e gritavam pelo Coxa, acreditando, torcendo, ovacionando nossos guerreiros. Um espetaculo. E ainda melhor, um espetaculo inteiramente nosso. E reconhecido inclusive pela imprensa nacional”. Aqueles momentos que ficaram eternizados na memória e nos corações dos torcedores também ecoam forte no coração da torcedora Coxa-Branca. Para Pamela, quem estava no Couto naquela noite carregará pela vida a emoção da festa da entrada do time em campo. “Tenho certeza absoluta que quem teve a sorte de estar lá naquela noite não vai esquecer daquele jogo. A torcida jogou junto os 90 minutos. Time guerreiro em campo. Torcida indo junto pra cima do dito ‘bicho-papão’ Inter”. O Coxa venceu, mas não se classificou. Não importava, o sentimento vivenciado foi maior do que o placar da partida.“A classificação não veio, faltou pouco. Mas só quem é Coxa-Branca pôde entender que ao final do jogo aquilo não mais importava, que nós estávamos todos na mesma freqüência e em perfeita harmonia junto ao time. O coração falou mais alto o tempo todo. Naquela quarta tenho certeza que aquelas 35 mil pessoas, assim como eu, relembramos o motivo de porque somos Coxas-Brancas, com muito orgulho e com muito amor”, finaliza. FONTE: http://colunas.globoesporte.com/luizcarlos/ - Beijo da: .ℓєℓℓγ às 11h54 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ESPERO... NÃO DESEJO! Eu não te desejo um porção de coisas... Não desejo felicidades, nem muito dinheiro, ou um trabalho perfeito... blábláblá Eu ESPERO que tenha um ano pleno, lotado de amor, paz e cumplicidade. Espero que tenha prosperidade e que encontre o que vem buscando para si mesmo. Espero que concretize seus sonhos e que compartilhe... Não te DESEJO nada... porque ESPERO que nesse ano voce realize tudo... Comigo... Espero que juntos sejamos muito felizes... agora... que é melhor que pra sempre!!!
Porque pra mim... não há nada que eu possa desejar... já que você é o meu tudo...
- Beijo da: .ℓєℓℓγ às 11h26 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
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